Volta e meia releio algumas coisas que escrevi, às vezes só para relembrar, outras tantas com olhar crítico e de vez em quando para puxar minha própria orelha. Como essa.
"Deve-se aprender a viver por toda a vida e, por mais que te admires, durante toda a vida se deve aprender a morrer", escreveu Sêneca há muito tempo atrás. Essa é uma daquelas frases que deveriam aparecer em letras brilhantes na frente dos nossos olhos a cada vez que os abrimos pela manhã, como um manual de instruções para o dia que começa.
E como uma coisa leva a outra, reli essa, prá lembrar que uma das minhas duas decisões de fim de ano é organização de tempo e espaço, para não passar "o equivalente a cinco anos da minha vida procurando chaves de carro, óculos, livros, talões de cheques, números de telefones e luvas, só porque eu nunca me dispus a passar o equivalente a um ano da minha vida colocando as coisas de volta nos seus lugares."
Hora de arrumar a estante no quarto.
Quarta-feira, 9 de Julho de 2008
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4 Alguém quer dizer alguma coisa?:
Helô, particularmente sou organizada, sem neura, mas aprendi a jamais, jamais jamais, tirar alguma coisa que ficou séculos guardada em algum lugar que eu sabia onde era, prá colocar em outro que eu pense que vá ser mais fácil de achar. Tem coisa que eu "facilitei a procura" e nunca mais encontrei. E olha que meu apartamento não é nenhuma mansão cheia de cômodos e gavetas!
Na casa de minha mãe o que nunca se encontrava era tesoura. Por causa de "pessouas" como vocezinha, que nunca devolve ao lugar.hehehe!
Resoluções: só a de não fazê-las!
Beijos ensolarados.
Clarice, isso de trocar o lugar já histórico de uma coisa, nunca! Na minha bagunça eu me entendo, mas às vezes leva um tempinho até achar, e este é o espírito da autocrítica. O problema é que aqui em casa tenho dois colaboradores que ajudam a NÃO manter as coisas no lugar, principalmente o de sexo masculino :) E, coincidentemente, o objeto que mais circula é a tesoura, tanto que comprei uma de uso exclusivo, que guardo no meu costureiro, que sempre fica em cima do meu roupeiro - e ai de qum pegar e não devolver!
Bagunçados pero no mucho:)
beijos de sol também.
A gente tá precisada de ver texto novo aqui, mocinha!
Quê? Férias de noooovo?
:)
Clarice querida, foi paralisia mental mesmo... Tenho um post em forma perpétua de rascunho, que escrevi e apaguei pelo menos umas cinco vezes! E alguns dias longe de computador em Garibaldi.
Hoje sai, prometo!
Obrigada pelo cutuque.
beijo.
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